Vereador do Recife, Aderaldo Pinto, solicita ajuda para o setor de eventos diante da pandemia

terça-feira, março 02, 2021
A situação econômica do setor de festas e eventos do Recife foi o tema do pronunciamento do vereador Aderaldo Pinto (PSB), na reunião Ordinária desta segunda-feira (1º), transmitida via videoconferência. O parlamentar também citou sugestões da categoria para ajudar o setor.

Aderaldo Pinto destacou que no mês de março completa um ano em que os shows e eventos, de maneira geral, foram proibidos ou reduzidos. Ele ressaltou que as medidas preventivas são importantes, mas que precisam também contemplar o setor. “Toda uma cadeia produtiva que vinha a reboque está quebrada por conta das restrições do coronavírus. Não critico as medidas impostas pelas secretarias de saúde estadual e municipal, pois acredito que as ações foram e são necessárias para evitar uma catástrofe sanitária ainda maior que essas mais de 250 mil mortes em nosso país. É preciso fazer uma breve reflexão sobre o setor econômico de eventos, que vem, mês após mês, sofrendo bastante com os problemas trazidos pela covid-19”.

O Vereador que atualmente é Vice-Presidente da Comissão de Finanças pontuou que “Quando olhamos para o futuro, não vemos no curto e médio prazo uma luz no túnel para os empresários do setor, por isso é preciso para essa classe importante economicamente para a cidade é para as milhares de famílias que esse setor emprega.”

O parlamentar citou quatro sugestões vindas do setor empresarial com o objetivo de amenizar os danos sofridos pela categoria, em tempos de pandemia. “Diálogo permanente para que não sejam surpreendidos com novas etapas, sem que ao menos sejam avisados e orientados com antecedência. Um Auxílio Emergencial específico para os profissionais ligados à cadeia produtiva do setor; linha de crédito específica voltada para os empresários do ramo de eventos como aporte no retorno das atividades. Por fim, acordos e negociações na cobrança do IPTU dos grandes galpões onde se situam as casas de festas da cidade, que estão fechadas e sem rentabilidade alguma com essas proibições, praticamente inviabilizando as empresas do ramo”.

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