Por aclamação, Humberto é eleito para o comando da Comissão de Direitos Humanos do Senado

quarta-feira, fevereiro 24, 2021
Na reunião de instalação da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal, os membros do colegiado elegeram, por aclamação, na manhã desta terça-feira (23), o senador Humberto Costa (PT-PE) para comandá-la pelo biênio 2021-2022. Sem concorrentes, o nome de Humberto foi escolhido para presidir um dos foros mais importantes do Congresso Nacional e do país na discussão e votação de políticas sociais com impacto direto em toda a população.

Indicado pela bancada do PT para a vaga, o senador Humberto vai suceder o colega Paulo Paim, do Rio Grande do Sul, que estava à frente da CDH desde 2019. Para o parlamentar pernambucano, a presidência da Comissão será uma importante trincheira de luta em favor dos brasileiros, com a função, de um lado, de debater e aprovar projetos de interesse nacional e, de outro, de evitar a perda de direitos.

“Eu quero que, na minha gestão, a CDH dê continuidade ao importante trabalho realizado pelo senador Paim, mas, também, pretendo alargar esse leque, intensificar a luta e ampliar as questões debatidas ali dentro, que, transversalmente, podem abordar da educação à geração de empregos, da saúde ao desarmamento, do desenvolvimento regional à questão da fome, todos temas caros à pauta de direitos humanos”, analisou o senador.

Pela proposta apresentada aos colegas logo depois de eleito, Humberto se comprometeu a levar a comissão aos estados, com a finalidade de discutir a realidade local de cada um e transformar essas propostas colhidas em todos os cantos do país em projetos que reflitam a realidade do povo e se convertam em melhorias no dia a dia. O senador lembrou, ainda, que o colegiado também carrega a legislação participativa como uma de suas atividades, o que proporciona recepcionar uma gama de projetos elaborados diretamente pelos próprios cidadãos para mudar a vida do país.

“Temos um desafio muito grande pela frente. Nosso trabalho será intenso, especialmente num momento em que o Brasil assiste a tanta arbitrariedade, como esses decretos de Bolsonaro fomentando a aquisição de armas de fogo para propiciar a formação de milícias, e tantos ataques aos direitos humanos. Será uma luta enorme, mas, ladeados pelos movimentos sociais, pela sociedade civil, pela população, seremos gigantes diante de todos esses desafios”, afirmou Humberto Costa.

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